Meliante ele não era. Ou achava que não. De qualquer maneira, planejava um roubo.
Tinha o plano perfeito. Ou achava que tinha. Infalível como os daquele menino que fala "elado".
E simples. Simples assim, de não deixar espaço para complicações. Era quando começavam as complicações. Detalhes como dia, local e tudo mais.
Tudo que faz, do plano perfeito, o roubo perfeito. Precisava de ajuda. Não saberia nem poderia fazer sozinho. E tramaram tudo juntos. Como uma dupla. Perfeita.
E chegou o dia do roubo. O seu dia. Armou-se de coragem. Encontrou-se com sua cúmplice. E roubou-lhe um beijo. O beijo perfeito...
(Autor Desconhecido)
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